quarta-feira, 5 de maio de 2010
Dia das Mães...
Coisas de Mãe
Se os filhos estão bem alimentados,
É ela que se sente satisfeita.
Se estão risonhos e felizes,
É ela que se pega sorrindo também.
Se estão de roupinha nova,
É ela que se sente bonita.
Se eles vão bem na escola,
Parece que o aproveitamento escolar é dela.
Arranjam-se novos amigos,
É ela que se sente popular e querida.
Se viajam para novos lugares,
É ela que curte o passeio, mesmo ficando em casa.
A cada meta que atingem ou troféu que ganham,
É ela que curte a sensação de vitória.
Passa a gostar de rock,
Mesmo que antes não pudesse nem ouvir.
Passa a olhar com simpatia,
Os ídolos e os amores de seus filhos.
Passa a adorar cachorros,
Mesmo que antes só gostasse de gatos.
Desnecessário dizer o que ela sente,
Quando alguma coisa dá errado, porque, por tabela,
Ela sentirá em dose tripla,
Cada tombo,
Cada perda,
Cada rejeição,
Cada fracasso,
Cada desapontamento.
Tudo isto são...coisas de mãe !
(autor desconhecido)
segunda-feira, 19 de abril de 2010
Mensagem: "UM DIA VOCÊ APRENDE"
"Depois de algum tempo aprendes a diferença,a subtil diferença, entre dar a mão e acorrentar uma alma. E aprendes que amar não significa apoiar-se, e que companhia nem sempre significa segurança. E começas a aprender que beijos não são contratos, presentes não são promessas. E não importa o quão boa seja uma pessoa, ela vai ferir-te de vez em quando e precisas perdoá-la por isso. Aprendes que falar pode aliviar dores emocionais. Descobres que se leva anos para se construir confiança e apenas segundos para destruí-la, e que podes fazer coisas num instante, das quais te arrependerás pelo resto da vida. Aprendes que verdadeiras amizades continuam a crescer mesmo a longas distâncias. E o que importa não é o que tu tens na vida, mas quem tens na vida. Descobres que as pessoas com quem mais te importas na vida são tiradas de ti muito depressa; por isso, sempre devemos deixar as pessoas que amamos com palavras amorosas; pode ser a última vez que as vemos. Aprendes que as circunstâncias e os ambientes tem influência sobre nós, mas nós somos responsáveis por nós mesmos. Aprendes que maturidade tem mais a ver com os tipos de experiências que se teve, e com o que aprendeste com elas, do que com quantos aniversários tu celebraste. Aprendes que paciência requer muita prática. Aprendes que quando estás com raiva tens o direito de estar com raiva, mas isso não dá o direito de seres cruel. Descobres que só porque alguém não te ama do jeito que tu queres que ame, não significa que esse alguém não saiba amar, contudo, ama-te como pode, pois existem pessoas que nos amam, mas simplesmente não sabem como demonstrar ou viver isso. Aprendes que nem sempre é suficiente ser perdoado por alguém. Algumas vezes, tens que aprender a perdoar-te a ti mesmo. Aprendes que com a mesma severidade com que julgas, tu serás em, algum momento, condenado. Aprendes que não importa em quantos pedaços teu coração foi partido,o mundo não pára para que o consertes. E, finalmente, aprendes que o tempo, não é algo que possa voltar para trás. PORTANTO, planta o teu jardim e decora tua alma, ao invés de esperar que alguém te traga flores.E percebes que... realmente podes suportar... que realmente és forte, e que podes ir muito mais longe depois de pensar que não se pode mais. E que realmente a vida tem valor, e que tu tens valor diante da vida! E só nos faz perder o bem que poderíamos conquistar, o medo de tentar!" Shakespeare.
sábado, 3 de abril de 2010
segunda-feira, 8 de março de 2010
sexta-feira, 5 de março de 2010
domingo, 28 de fevereiro de 2010
Sem limites para aprender e conviver

Pessoas com deficiência, qualquer que seja ela, deparam-se frequentemente com o “não”, palavra curta, forte e que se pretende definitiva. O “inventário do não” é feito de maneira instantânea; basta um olhar e lá vêm as frases fatídicas: “não pode”, “não vai dar certo”, não faça”. E as justificativas – quando são dadas - também se baseiam no “não”: “É porque ele/ela não vê, ou não ouve, ou não anda, ou não tem uma perna, ou não tem raciocínio” ou “não está preparado”.
Assim, o limite ou a dificuldade que a pessoa tem – ou que o outro acha que ela tem, melhor dizendo – é reforçado e aumentado, pois recebe o peso do descrédito ou da negação de sua capacidade.
Parece que não ocorre, para aquele que diz o “não”, que o ser humano tem uma capacidade infinita, que lhe permite criar, ousar, procurar outros caminhos, talvez ainda não pensados. E daí, alguém tem que ser o primeiro, não?
E a tecnologia, então? A cada dia, ela nos surpreende, ampliando nossa capacidade, nossa força, nossos sentidos. Ela é uma ferramenta poderosa para derrubar o “não”.
As pessoas com deficiência intelectual vivenciam o “não” de uma forma ainda mais enfática, vindo de suas famílias, professores, profissionais, enfim, da sociedade como um todo, que as colocam sob tutela, de direito ou de fato.
Porém, esse cenário está mudando radicalmente, como demonstram Didi, Samuel, Fernanda Honorato, Bia Paiva, Thiago Rodrigues, Mariana Amato, Breno Viola, João Vitor Mancini e outros, que assumem suas vidas, que sabem o que querem e lutam para consegui-lo, como todos nós.
Dificuldades, quem não as tem? Apoio, quem não precisa?
Eles mostram, na prática, que os limites estão cada vez mais tênues, cada vez menos impeditivos, pois a Inclusão avança e abre espaços cada vez mais amplos, envolvendo cada vez um número maior de pessoas – a ciranda cresce, outras pessoas vão chegando e se somam às outras.
Para dar conta das novas demandas, métodos são desenvolvidos, pesquisas são feitas; o conhecimento avança. As cidades se preparam para acolher, com dignidade, seus habitantes que até então eram “invisíveis” e se tornam lugares bons e agradáveis para todos.
Essas e muitas outras mudanças só se concretizam porque as pessoas com deficiência – e nesse caso falamos especificamente daquelas com deficiência intelectual - estão presentes. Todos aprendemos, porque todos com-vivemos.
Elas afirmam, em voz cada vez mais forte: “Sim, nós podemos!”






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